quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

9º ANO - Revisões Química


Constituição do átomo:
O átomo é a mais pequena partícula de matéria, que ainda mantém as características dessa matéria.
O átomo é constituído por três partículas fundamentais: protões, neutrões e electrões.



              


 Modelo atómico actual - modelo da nuvem electrónica.
Nuvem electrónica
Núcleo

* O átomo é uma partícula electricamente neutra, pois o número de protões é igual ao número de electrões.
Os electrões distribuem-se em volta do núcleo, por camadas, às quais correspondem valores de energia bem quantificados para os electrões. A essas camadas podemos chamar níveis de energia.

Distribuição electrónica:
Os electrões distribuem-se por níveis de energia ou camadas, de acordo com as seguintes regras:
     2n2 electrões
Regra 1- cada camada ou nível de energia, só pode conter um número               máximo de electrões.
Só cabem                            , onde n representa o nível de energia.



Nível

Nº máximo de electrões   por nível de energia

Designação da camada
n= 1
2n2 = 2x12  = 2e-
Camada K
n= 2
2n2 = 2x22  = 8e-
Camada L
n= 3
2n2 = 2x32  = 18e-
Camada M
n= 4
     2n2 = 2x42  = 32e-
Camada N
(.....)
(……)
(……)





                  




Regra 2: O átomo é mais estável, quando tem 8 electrões na última camada ou 2 electrões se essa camada for a primeira.

-Os electrões que ocupam o último nível de energia designam-se por electrões de valência.

Distribuição electrónica para os vários átomos:


Princípio da Energia mínima: os electrões no átomo, distribuem-se preferencialmente pelos níveis de menor energia (+ próximos do núcleo) e só depois destes estarem totalmente preenchidos, passam para níveis de energia superiores.
Quando os electrões estão distribuídos desta forma, diz-se que o átomo se encontra no estado fundamental.

- Se o átomo receber energia do exterior, os electrões de valência (última camada a ser preenchida) passam para níveis de energia superiores. Nesse estado, diz-se que átomo está no estado excitado.

Número atómico e número de massa:




 Exemplo:

              
Formação de iões:
Iões são partículas que resultam do facto de os átomos captarem ou perderem electrões, por uma questão de estabilidade.
 Quando os átomos ganham electrões, transformam-se em iões negativos (aniões).
Se os átomos perderem electrões, transformam-se e iões positivos (catiões).
Na formação de iões, os electrões que entram ou saem do átomo, são normalmente os da camada de valência.


Exemplos:

  
  Isótopos:
Isótopos são átomos que possuem o mesmo número atómico, mas diferente número de massa.

Exemplo:
Isótopos do Hidrogénio:


                                                        
Massa atómica relativa:
Como a massa dos átomos é muito pequena, os químicos resolveram estabelecer antes uma comparação com a massa dos átomos de hidrogénio.
Assim, a massa do átomo de Hidrogénio passou a ser a massa padrão que serve como termo de comparação dos átomos dos outros elementos.

- A massa atómica relativa, apenas estabelece uma ordem de grandeza, relativamente à massa padrão. Por isso, não tem unidades.



  


Calcula-se a massa molecular relativa (Mr) das substâncias, atendendo às massas atómicas relativas dos elementos que constituem essas substâncias.
Exemplo:
Calcular massa molecular relativa da água:



9º ANO


Pressão




Significado físico de 1 Pa: é a pressão que uma força de intensidade 1N exerce sobre uma superfície de1m2.
Outra unidade de pressão:


Impulsão
Peso real: corresponde ao peso do corpo medido no ar.
Peso aparente: corresponde ao peso do corpo, quando o corpo se encontra mergulhado num fluído. Nestas circunstâncias, o corpo aparenta ter um valor do peso inferior ao valor medido no ar.

Qualquer corpo colocado no interior de um fluido (líquido ou gasoso) fica submetido à acção de duas forças verticais, mas de sentidos contrários:



ü   o peso do corpo,  - que é dirigido de cima para baixo;
ü  a impulsão do fluido, -  que é dirigida de baixo para cima, exercida pelo fluido no corpo.


Lei de Arquimedes: Qualquer corpo mergulhado, total ou parcialmente, num fluído (líquido ou gás), fica sujeito a uma força vertical, dirigida de baixo para cima e cuja intensidade é igual ao valor do peso do volume do fluído deslocado.

O valor da impulsão de um fluido pode ser determinado:

ü  pela diferença entre os valores do peso real do corpo, Preal, e do peso aparente, Paparente :

I = Preal – Paparente

ü  pelo valor do peso do volume do fluído deslocado:

I = Pvolume do fluido deslocado

A intensidade da força de impulsão depende :

*                      do volume do corpo (quanto maior for o volume do corpo, maior será o valor da força de impulsão);
*                       da massa volúmica do fluido (quanto maior for a massa volúmica do fluido, maior será o valor da força de impulsão);
*                       não depende do peso do corpo.

Centro de gravidade e equilíbrio dos corpos

Como determinar o centro de gravidade de um corpo?
O centro de gravidade de um corpo é o ponto característico desse corpo, no qual se considera exercido o peso do corpo.

            Nos corpos regulares e homogéneos, o centro de gravidade está situado no centro geométrico do corpo.
No caso de corpos com forma irregular, pode-se determinar o seu centro de gravidade pendurando o corpo por três extremidades diferentes e verificando o prolongamento da linha que contém o fio. No cruzamento dos três prolongamentos está o centro de gravidade.
Para que um corpo se encontre em equilíbrio, é necessário que a vertical que passa pelo seu centro de gravidade caia dentro área da sua base de sustentação.
Importante!!!!
Um corpo terá tanto mais equilíbrio (estabilidade) quanto mais baixo estiver o seu centro de gravidade e quanto maior for a área da sua base de sustentação.

O equilíbrio dos corpos apoiados, depende da área da base de sustentação e da posição do centro de gravidade em relação à base de sustentação.
O equilíbrio pode ser estável, instável e indiferente.





terça-feira, 4 de dezembro de 2012

9º Ano

Ficha de trabalho nº8
           

1. Classifica as afirmações seguintes como verdadeiras (V) ou falsas (F), corrigindo as falsas de modo a torná-las cientificamente correctas.

A-    O atrito é útil no funcionamento dos travões das bicicletas.
B-     Num corpo que se move horizontalmente, o atrito é tanto menor quanto maior for o seu peso.
C-    Quanto menos rugosa for uma superfície maior é a intensidade da força de atrito.
D-    Se não existisse atrito não poderíamos andar.
E-     É habitual lubrificar as dobradiças das portas para reduzir a intensidade da força de atrito.
F-     Uma das formas de diminuir o atrito é substituir o atrito de deslizamento pelo atrito de rolamento.


2. Há casos em que o atrito pode ser útil e outros em que pode ser prejudicial. Nos exemplos que se seguem, classifica o atrito como útil (U) ou prejudicial (P).

A.     O atrito que o chão exerce sobre as sapatilhas quando caminhamos.
B.     O atrito entre as peças metálicas de uma máquina em funcionamento.
C.     O atrito da borracha sobre o papel ao apagar o traço de um lápis.



3. Justifica os seguintes factos da vida diária abaixo enunciados.

  1. Os ginastas antes de iniciarem os exercícios com alguns aparelhos (por exemplo, as barras paralelas) costumam esfregar as mãos com um pó branco (resina).
  2. Quando as lixas das caixas de fósforos já estão muito gastas, os fósforos não acendem.
  3. Os pneus «carecas» põem em causa a segurança na estrada.

4. Um bloco de massa 10 kg movimenta-se numa mesa horizontal sob a acção de uma força horizontal de intensidade 30 N.
4.1. Representa todas as forças que actuam no bloco.
4.2. Sabendo que a força de atrito entre o bloco e a mesa tem de intensidade 20 N, determina o valor da aceleração a que o bloco fica sujeito.


5. Um bloco de massa 2 kg é deslocado horizontalmente por uma força de intensidade 10 N, sobre um plano horizontal, com aceleração de valor 0,5 m/s2.
5.1. Representa todas as forças que actuam no bloco.
5.2. Calcula o valor da força de atrito que actua sobre o bloco.

9º Ano

Ficha de trabalho nº7


1.      O António quer mudar a estante do quarto para a sala. A inércia da estante será maior quando esta está repleta de livros ou quando está vazia? Justifica.

2.      Sabes da experiência do teu dia – a – dia, que colocar em movimento um carro parado é muito difícil. Mas, uma vez em andamento, é fácil mantê-lo em movimento. Neste caso, o mais difícil é pará-lo! Porquê? Justifica, enunciando a lei que te permitiu dar a resposta.

3.      A um corpo de massa 1 kg, aplicou-se uma força horizontal, a qual faz com que a sua velocidade passe de 20 m/s para 40 m/s em 5 s.

3.1.Representa todas as forças que actuam no bloco, desprezando as forças que se opõem ao movimento.
3.2.Calcula o valor da aceleração média, sofrida pelo corpo.
3.3.Calcula a intensidade da força resultante que actua sobre o bloco, nestas condições.

4.      Considera um corpo que se move num plano horizontal, ao qual estão aplicadas as forças de intensidades respetivamente iguais a :
                                                                                     
           F1  = 10 N e F2 = 6N                                   
                                                                                                                              
        
                                
                                                                
4.1.Representa todas as forças aplicadas no bloco, respeitando uma escala de 1 cm = 2 N e desprezando as forças que se opõem ao movimento.
4.2.Determina, vectorialmente, a resultante das forças nele aplicadas.
4.3.Determina a intensidade da força resultante.
4.4.Sabendo que a massa do corpo é de 46Kg, calcula o valor da aceleração média com que o corpo se desloca, devido às forças aplicadas.
4.5.Identifica a lei em que te baseaste para responder à questão anterior.
4.6.Sabendo que à superfície da Terra a aceleração gravítica é 9,81 m/s2, calcula o valor do peso do corpo, considerando o valor da massa anteriormente indicado.




  1. O gráfico em baixo traduz o movimento de um automóvel de 800 Kg de massa, que se desloca numa estrada plana e horizontal e que é obrigado a travar devido a um obstáculo colocado 100m à sua frente. Não é considerado no gráfico o tempo de reacção.


   

5.1.Qual o tempo de travagem do automóvel?

5.2.Qual o valor da força de travagem a que foi sujeito o automóvel até parar?

6.       À superfície da Terra a aceleração da gravidade é em média 9,8 m/s2, e na Lua, 1,6 m/s2. Para um corpo de massa 5 kg determina os valores:

6.1. o peso desse corpo na Terra.

6.2.a massa e o peso desse corpo na Lua.

7.  1  Um grande camião carregado colide com uma carrinha. A intensidade da força exercida pela carrinha no camião é maior, menor ou igual do que  a intensidade da força exercida pelo camião na carrinha? Justifica e representa as forças no esquema da figura.



7.2.Que designação se dá ao conjunto destas duas forças?

7.3.Que relação existe entre:
A-    A intensidade das forças exercidas:
B-     O sentido:
C-    O ponto de aplicação:

9º Ano

Ficha de trabalho nº6


  1. Justifica, sob o ponto de vista físico, as seguintes frases:  


A.    Uma pessoa que se encontra dentro de um automóvel é projectada para a  frente quando este trava, e para trás quando este acelera.


B.     Uma pessoa que viaje de automóvel encostada a uma das portas, pode ser projectada para fora quando este descrever uma curva, se a porta não estiver bem fechada.



2.      Selecciona a opção correcta:
Imagina que um camião e um automóvel circulam com a mesma velocidade e que ambos avistam um obstáculo. O condutor do camião necessita de mais tempo para imobilizar o veículo porque...

A.    o camião tem maior massa, sendo a sua inércia maior e consequentemente o veículo necessita de mais tempo para ser imobilizado.
B.     tem um volume maior, necessitando assim de mais tempo para parar.
C.     tem umas rodas mais largas.



3. Imagina que o teu carro avaria quando te preparas para ir de férias com a tua família. De acordo com que figura é que a inércia do carro será maior? Justifica a tua resposta com base no que aprendeste acerca da inércia nas tuas aulas de C.F.Q.